22/12/2020 às 15h57min - Atualizada em 23/12/2020 às 00h00min

Micropigmentação: especialista esclarece alguns mitos e verdades

Mesmo considerado um dos procedimentos que está em alta, a técnica ainda gera dúvidas

DINO
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Antes e depois de um procedimento de micropigmentação

O mercado da beleza é promissor no Brasil. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal e Cosméticos (Abihpec), o mercado de beleza avançou cerca de 2% no último ano. A micropigmentação é um dos procedimentos que se destaca e, apesar de ser conhecido, o método ainda gera dúvidas. A micropigmentação é um procedimento estético que consiste em aplicar uma espécie de tinta na pele dessa região para delinear e corrigir possíveis falhas. Apesar de ser conhecido, o método ainda gera dúvidas. A micropigmentadora Claudia Lino, explica alguns mitos e verdades sobre o assunto.

De acordo com a profissional, uma das dúvidas é se o procedimento é definitivo. Ela explica que o de dermopigmentação da pele é temporário e tem duração de seis meses a um ano, variando de pessoa para pessoa, com retoque de cerca de 30 a 45 dias após a primeira sessão. "A técnica é baseada no linergismo, que é o estudo das linhas faciais e o procedimento atinge apenas a primeira camada da pele, sendo pouco invasivo", explica.

Após a realização do procedimento, são necessários alguns cuidados específicos. "A orientação é hidratar bem as regiões pigmentadas. Além disso, a recomendação é o uso de filtro solar constantemente. É muito importante também que a pessoa evite exposição ao sol nos primeiros 7 dias depois de realizado o procedimento. Os cuidados pós-procedimentos podem influenciar no resultado final, diz.

Manutenção
Mesmo após o procedimento, é necessário manter o design. "Isso porque os pelos continuarão a crescer e a limpeza dos pelos deve continuar sendo feita da mesma forma, quando for mais conveniente para a cliente", ressalta. A especialista também ressalta que quase todos podem realizar o procedimento, exceto crianças, adolescentes, diabéticos, gestantes, pessoas com problemas na pele (como câncer e rosácea), além dos que estiverem fazendo algum tratamento facial, como peeling, ou daqueles que têm histórico de queloides (cicatrizes em alto-relevo).




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