17/12/2019 às 10h05min - Atualizada em 17/12/2019 às 12h08min

Energia e fé marcam jogo de futebol Driblando o Câncer no Corinthians

Com a adesão de jogadores famosos, artistas, influencers, empresários, oncologistas e ONGs ligadas ao câncer e a projetos sociais, o jogo de futebol solidário e de celebridades DRIBLANDO O CÂNCER uniu a todos no Parque São Jorge com um sentimento único de solidariedade, fé e luta contra o câncer.

DINO

Com a adesão de jogadores famosos, artistas, influencers, empresários, oncologistas e ONGs ligadas ao câncer e a projetos sociais, o jogo de futebol solidário e de celebridades DRIBLANDO O CÂNCER uniu a todos no Parque São Jorge com um sentimento único de solidariedade, fé e luta contra o câncer.

"Foi uma celebração especial e uma forma de alertarmos a população e as autoridades sobre a gravidade do câncer no país. Precisamos de uma política de prevenção e de acesso ao SUS mais efetiva", destacou Maria de Lurdes Silva do Nascimento, do GAMA - Grupo de Apoio Momento de Amar, uma importante entidade social, que realiza trabalhos de apoio a pacientes com câncer na Zona Leste de São Paulo.

Foram três partidas de futebol, uma infantojuvenil, outra feminina e a masculina. No jogo sub-15, jogaram o Atlético, de Três Corações ,contra o Campola, de Várzea Paulista.

No jogo feminino, participaram a Musa do Palmeiras, Daniele Oliveira; a musa do Corinthians, Amanda Campoy; a Miss Tattoo Week 2019, Brenda Bubulla; a jurada da TV Record, atriz e modelo, Cris Piza; a apresentadora da NGT TV, Priscila Sá; Cacau, influencer; Jaqueline, ex-BBB; Simone Sampaio, atriz; Ana Lívia, modelo; Simone, Fat Family e Suzete , Fat Family; sete jogadoras do time oficial da Escola do Bolinha Futebol Clube, de Manaus, que incluem índias do Amazonas e as cantoras Vanessa Jackson, Tuta Guedes e Érikka Rodrigues. Coordenou o jogo, a empresária e influencer, Adriana Restum, da Planet Girl. Também participou a conceituada advogada Dra. Regina Manssur e Juliana Santos, ganhadora do concurso no Instagram Driblando o Câncer, que sorteou uma pessoa do público para jogar. A árbitra da partida foi Juju, da Federação de Arbitragem e Gê foi a goleira.

Já no jogo masculino, jogaram Cafu (pentacampeão), Wellington Cafu, André Luiz (seleção), Amaral (seleção), Jamelli (seleção brasileira), Viola (pentacampeão), Ademir da Guia (Divino), Zenon (Corinthians), goleiro Nilton César (Ponte Preta), goleiro Gilmar, BiroBiro, Diney (Corinthians), Tonhão (Palmeiras),Derval (Santos), Rogerinho (Corinthians),Alexandre Rosa (Palmeiras) e Gian Carlo, do Palmeiras e Pavão (São Paulo). Ainda integraram o time Japinha, do CPM 22; Marquito, do Programa do Ratinho; Huck Magrelo e a dupla sertaneja Rosa e Rosinha. Os empresários Anderson Miyata ; Ryan, de Guarulhos (Construtora Ômega) ; John Lenon ( ChickenHouse) ;Roberto Restum, da Polo Wear;e Fran (Expansion). O colunista social, Cido Marques e o grafiteiro Markone também participaram. O árbitro do jogo foi Gaúcho,assessorado pela DG assessoria de arbitragem.

Gil Santos, presidente da Craques Master, que teve a missão de cuidar da realização dos jogos de futebol, acredita que todos os jogadores que participaram vieram pela causa e estão integrados à luta contra o câncer. Alguns contaram suas experiências pessoais com a doença como André Luiz (seleção), que teve câncer de próstata e se curou. E o próprio Cafu, que perdeu seus pais, levados pelo câncer.

Atrações somam-se ao futebol

Mais de 20 ONGs desfilaram com suas bandeiras em apoio à campanha. Dentre elas, o destaque é a tenista profissional Patricia Medrado, que compareceu com 50 crianças de seu instituto, que usa o tênis como esporte de inclusão social. Também participou a Fundação Cafu, e o próprio capitão entrou em campo com as crianças de sua Fundação, Matheus e Zakeu.

Ainda, a equipe do futebol americano do Corinthians também compareceu, fazendo performance em campo, em apoio à luta contra o câncer.

Pacientes que superaram a doença entraram em campo, com destaque para o pequeno Natan Colombini, de oito anos, torcedor corintiano que luta contra um linfoma há três meses e tem sido o símbolo da superação para o projeto.

A campanha apresentou a Musa Driblando o Câncer, Sarah Rebecca, de 24 anos, modelo que superou a leucemia e recuperou, com a tatuagem, sua autoestima. Sarah pretende representar o projeto em simpósios, hospitais, eventos e levar sua experiência pessoal como incentivo para que outros pacientes possam superar a doença.

A conceituada oncologista, Dra. Nise Yamaguchi,da Associação Brasileira de Mulheres Médicas, deu o primeiro chute da partida, simbolizando o primeiro movimento contra o câncer. Na abertura, foi celebrada uma cerimônia ecumênica, ministrada pela pastora Ionara Amaral. Uma bandeira preta, representando o câncer, foi baixada,e a bandeira branca, representando a vida e a saúde, foi hasteada.

O pequeno rapper Jezreel Nery, de sete anos,que está bombando nas redes sociais, cantou composições exclusivas de seu pai, que também é rapper. E o corintiano Markone, famoso por seu grafite na Estação Corinthians/Itaquera, grafitou um painel gigante de 20 metros, em homenagem ao Corinthians e ao projeto Driblando o Câncer.

Serviço

O Projeto Driblando o Câncer prossegue sua campanha em 2020, realizando jogos em várias cidades do país bem como promovendo workshops e simpósios em universidades, escolas e realizando trabalhos conjuntos com ONGs em apoio a pacientes e ações junto aos poderes constituídos pela priorização do câncer nas políticas públicas.
Sigam-nos pelas redes sociais: @driblandoocancer


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